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Esse fim de semana/feriado foi quase totalmente drama. Olha só o que alugamos:

1. Sete vidas (Seven Pounds)

Sério, nunca, em toda a minha a minha vida, eu chorei tanto em um filme. Sabe aqueles mega soluços de tremer o corpo todo? Foi pior. Eu quase parei de respirar. Verdade, juro!

*Ben Thomas é um homem atordoado com o passado. Devido a um acidente de trânsito (meio que causado por ele), 7 pessoas morrem, inclusive a esposa dele. Sentindo-se horrivelmente culpado, Mr. Thomas decide mudar as circunstâncias de outras sete vidas para tentar se redimir. *

Agora falando do filme: apesar de super triste, a história é linda. Tudo bem, meio confuso no começo, mas nada incompreensível. Eu não sou nenhuma crítica de cinema, mas tenho algumas coisas a declarar:

a. Will Smith está ótimo. Embora eu ache que a cara de choro foi usada demais e que os sorrisinhos foram  muito raros, eu entendo. Drama é drama.

b. Adorei ver a doação de órgãos sendo explorada como uma necessidade. Acreditem, é horrível perceber a realidade das filas de espera.

c. Amei ter uma personagem apaixonada pela arte de prensa, preocupada com uma impresão perfeita e fazendo uso de máquinas antigas e meio desprezadas pelos moderninhos.

É isso, um dos filmes mais tristes, lindos e emocionantes que eu já vi.

2. Dúvida (Doubt)

Baseado na peça premiada, Dúvida é um drama que trata especialmente da autoridade, da intolerância e da rigidez.

O filme se passa em uma pequena paróquia, tendo como principal cenário a escola paroquial. A diretora, Madre Aloysius, uma rígida freira, conduz o colégio  com punhos de ferro, rejeitando as idéias de abertura do progressista e popular Padre Flynn. Procurando erros de comportamento em cada atitude do sacerdote, Madre Aloysius acredita descobrir um grande pecado ao saber, através de uma meiga ingênua irmã James, do interesse especial do padre por Donald Miller, um menino problemático.

A história toda gira ao redor da dúvida e dos esforços da Madre em expulsar o Padre Flynn de sua paróquia. Mesmo quando já está tudo quase explicado, o próprio espectador passa a se perguntar se o comportamento do padre não é mesmo estranho.

Gostei muito da atuação de Meryl Streep, Philip Hoffman e Amy Adams(aquela de Encantada), além da atriz que faz o papel da mãe de Donald(não sei o nome dela…). A trilha sonora e a fotografia austera também casaram bem com a história.

3. Brilho eterno de uma mente sem lembranças (Eternal Sunshine of the Spotless Mind)

Pela zilhonésima vez assistido e sempre adorado, para mim, Brilho Eterno é uma mistura maravilhosa de drama, comédia e romance.

Eu totalmente amo esse filme por milhões de motivos, mas o principal deles é que foi a primeira vez que vi que a capacidade de Jim Carrey não se limita àqueles filmes ridículos de sessão da tarde. Ele pode sim fazer um personagem confuso, apaixonado, alegre, deprê, tudo ao mesmo tempo.

Joel(Carrey) fica sem chão ao descobrir que sua namorada, Clementine(Kate Winslet), apagou da mente todas as memórias relativas ao compolicado relacionamento deles. Desesperado e muito, muito magoado, Joel procura a empresa Lacuna(adorei o nome!) para fazer o mesmo procedimento. Enquanto apaga suas melhores lembranças, Joel percebe que está cometendo um erro, já que ama profundamente Clem.

+++

Pra concluir, adorei todos. Cada um do seu jeito, cada um com seu brilho.

Nota ao leitor

Amanda vive tentando lembrar quem disse isso ou aquilo.

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