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É , gente, o sumiço pesou na consciêncis e.. tô de volta! (Não que seja motivo pra exclamação, mas deixa pra lá.)
Mas é só uma passadinha rápida pra divulgar uma das minhas descobertas pelo Centro na volta do curso de francês. Como minha carteira de motorista ainda vai demorar um pouquinho pra sair, aproveito pra explorar o caminho e de vez em quando descubro umas fofurinhas.
Sábado passado foi a vez de entrar num atelier super mega fofo, o Divina e Dita. Nem precisa dizer que fiquei doidinha. Juro que quando crescer quero ter uma atelier igualzinho! HEHE.


As moças do Divina e Dita, Neila e Patrícia, além de produzirem coisinhas lindas, têm um acabamento ótimo e umas idéias muito legais. E eu, que não sou besta nem nada, já encomendei uma bolsa lindona! E o melhor de tudo é que dá pr escolher a estampa, o tipo de alça, os detalhezinhos…
Pra quem quiser conferir, olha o endereço:
Divina e Dita Atelier
Rua 7 de setembro, 5oo - Centro – Teresina, Piauí
Foi por acaso que fiquei sabendo da existência de uma tal de Feist. E foi só escutar I feel it all pra querer saber mais da cantora desse pop docinho.
Pelo que descobri, Feist nem sempre cantou ritmos alegrinhos e fofos. Ela fez um mooonte de experiências: punk, indie rock, eletrônico…
Quando tinha quinze anos, Feist fundou uma banda, Placebo (não, não é a famosona inglesa!). Depois de vencer um concurso no Canadá, o grupo abriu uns shows para o Ramones, o que significou 5 anos de excursão para o Placebo.
Mas, pelo visto, a cantoria punk não deu certo para Feist. Durante a primeiríssima turnê, a voz da cantora foi seriamente danificada. E assim Feist se mudou para Toronto a fim de cuidar da saúde vocal.
Para espantar a tristeza e conseguir seguir a recomendação de não cantar por uns tempos, Feist comprou uma guitarra e passou a compor no porão de casa.
A partir daí ela participou de banda de rock como gitarrista, lançou cd misturinha, teve uma música usada num comercial de perfume da Lacoste, recebeu proposta de vender direitos autorais para o McDonald’s e por aí vai.
Depois de passear muuito por diferentes estilos musicais, Feist decidiu se estabelecer no pop fofinho. E, devo dizer, eu adorei.
Pra compensar a última coleção (meio caidinha), a Melissa tá chegando com tudo no Out/Inv.
Os sapatitos, apesar de inspirados em modelos anteriores, são (quase todos) absolutamente lindos!!! Aqui vão algumas fotinhas pra despertar aqueles desejos consumistas que sobraram do natal!

Tem começo melhor que uma sapatilha com super laço?
Linda, linda, linda!!! É a primeira da lista de desejos!

Genteennn, olha só essas cores!

A Severine é um dos modelos que voltaram. Não ficou uma graça com a estampa de bolinha?

Ok, ok, talvez algum dia eu perdoe a Vivi por essa…
Mas precisava ser tão tosca?

Vivi, de novo. Só acho que o coração podia ser menor. E mais fofo. Ah, as cores. Eu colocaria tons alegrinhos…

Gente do céu!!! A azul é linda!!

Amei! O modelo é super fofo, o desenho ficou discreto e bonitinho, sem falar nos detalhes, nas cores… *fall in love*

Dessa eu sou suspeita pra falar… Nunca gostei de estampa de bicho, mesmo sendo tendência e tudo. Acho que foi o trauma da perua de oncinha, quem sabe…

Uma mistura de circo e filme de época. Eu gostei da azul, mas é melhor tirar o cavalinho da chuva. Imagina o preço!

Não gostei!

Quer mais estilo que esse? hehe

Ashia remodelada… Mesmo não sendo modelito novo, é linda, né?
E agora as novidades!

Eu gostei!

AH, NÃO!!!

Dá até vontade de ter uma filhotinha!

Esse é o título do mais recente editorial da V Magazine. Inovadoras, as fotos revelam muito mais que modelos plus size. Na realidade, as imagens trazem mulheres normais, sem os retoques photoshopísticos das revistas de moda. São Mulherões.
Produzidas com as habilidades fotográficas de Sølve Sondsbø, as imagens me fazem lembrar de um post do Bainha de Fita Crepe. Como a Márcia, sou muuuuito contrária a dietas mirabolantes e planos infalíveis de emagrecimento. Mas sabe por quê? É que eu também já fui neurótica com esse negócio de balança.
Sim, eu já tive ódio das minhas curvas, dos meus quadris largos, das minhas coxas grossas. E sim, eu já fiquei magrela, irreconhecível, retangular, cara de doente. E sabe de uma coisa? Eu não gostei. No início, foi até bom me encaixar meio torta no padrão, encontrar o jeans que não me apertasse as pernas e sobrasse na cintura. Mas foi só. O resto, basicamente, foram broncas das amigas(as queridas de verdade), preocupações maternas e olhares divertidos dos rapazes. E mais nada.
Depois que me convenci que não vale a pena deixar de comer o que gosto ou ficar obcecada por exercícios e tabelas de calorias, eu parei. E voltei a ser o que era: dona de curvas e quadris mais largos que a maioria das outras meninas. E o principal: voltei a ser feliz.

*Alguém me disse adverte:
O crime, digo, a dieta neurótica, não compensa. Além de facilitar o aparecimento daquelas estriazinhas safadas, causa stress e te deixa de mal com as coisas e as pessoas que você ama.



