You are currently browsing the category archive for the ‘Alguém que faz arte’ category.
Apesar de ser bem volúvel em termos de gosto musical (num dia eu amo MPB, noutro eu adoro a turma da “indaiada”), quando uma música/banda/artista entra pra minha lista de preferidas, é pra sempre mesmo. E uma das mais novas adições à minha listinha é Jack Peñate.
Conheci a criaturinha na trilha sonora de 500 days of Summer e não parei mais de escutar. E como nem só beleza põe mesa (ele é um gateeeenho, ui!), Jack também tem uma voz mt legal e músicas maravilhosas…
Ok, muita gente que achou o primeiro disco dele, Matinée, ruinzinho, nada profundo, um tipo de pop de entrada, sem tanta profundidade. Mas, tavez por causa da minha aguçada crítica musical (haha!), eu não achei nada disso não. Até que ele se adequa direitinho às referências que ele adotou.
Minhas favoritas: Have I been a fool? e Be the one.
Espero que gostem! Beijo!
Depois de um tempo desaparecida (mesmo achando que eu sou o único ser humano a acessar o blog), voltei por uma causa bem boa: compartilhar uma descoberta, minha nova musa musical. O nome dela é Julieta Venegas (amei o nome!) e a ouvi pela primeira vez no site da Dress to (alguém não adora essa marca?), cantando Amores Platónicos.
Nunca fui muito chegada em música nenhuma cantada em espanhol. Acho que é meio trauma do espanhol de ensino médio: o professor até morre de vontade de ensinar, mas como todo mundo se confia em embromar um portunhol bem duvidoso, ninguém presta atenção e aí já viu, a aula vai pro beleléu. hehe.
Bom, mas o fato é que eu amei de coração essa criaturinha, a Julieta. Pelo que li no site da moça, ela nasceu nos States, estudou música desde pequena, passou por muitos grupos, e muitas parcerias, mas o que deu certo mesmo foi a carreira solo. No ano passado ela lançou um álbum muito, muito maravilhoso, Otra Cosa. Minhas músicas preferidas? Me voy, Amores Platónicos e Despedida.
Então é isso… Se puder, corra ao My Space de Julieta. Como disse um amigo meu, ela é a versão da MPB em espanhol, o que, sinceramente, já é um ótimo motivo pra valer a pena.
É , gente, o sumiço pesou na consciêncis e.. tô de volta! (Não que seja motivo pra exclamação, mas deixa pra lá.)
Mas é só uma passadinha rápida pra divulgar uma das minhas descobertas pelo Centro na volta do curso de francês. Como minha carteira de motorista ainda vai demorar um pouquinho pra sair, aproveito pra explorar o caminho e de vez em quando descubro umas fofurinhas.
Sábado passado foi a vez de entrar num atelier super mega fofo, o Divina e Dita. Nem precisa dizer que fiquei doidinha. Juro que quando crescer quero ter uma atelier igualzinho! HEHE.


As moças do Divina e Dita, Neila e Patrícia, além de produzirem coisinhas lindas, têm um acabamento ótimo e umas idéias muito legais. E eu, que não sou besta nem nada, já encomendei uma bolsa lindona! E o melhor de tudo é que dá pr escolher a estampa, o tipo de alça, os detalhezinhos…
Pra quem quiser conferir, olha o endereço:
Divina e Dita Atelier
Rua 7 de setembro, 5oo - Centro – Teresina, Piauí
Ultimamente eu ando descobrindo muito talento novo, né não? hehehehe…
Sendo assim, vamos a mais uma descoberta!
Bom, dessa vez, trata-se de um blog, o Stuff No One Told Me, do Alex Noriega, um ilustrador espanhol.
Os trabalhos do Alex são tu-do o que a gente pede a Deus pra sobreviver a essa enxurrada de blogs caidinhos e sem graça nenhuma:
desenhos cheios daquele humorzim irônico que eu tanto gosto.
E o estilo do desenho é tãããããão legal… hehehe
Olha só alguns dos meus preferidos:
E então, gostaram?
xero!

Sabe aquelas sapatilhas que a gente até acha bonitinha mas não tem coragem de usar? Bem, hesitar é normal. Muitas vezes o trabalho é artesanal demais, colorido demais. De vez em quando, vamos confessar, breguinha também.
Boooom, mas se você tá a fim de conhecer sapatitos customizados realmente lindinhos, sua hora chegou!
Esses são os trabalhos de uma artista toda fofa. Ela é alemã, adora monstrinhos coloridos e sapatilhas ballerinas. Dá uma olhada!




Beijo,

Mika conquistou meu coraçãozinho não faz muito tempo com uma das músicas mais legais que já ouvi. Trata-se, belezocas, de Happy Ending, aquela que tocou em algum episódio de Gossip Girls.
Michael Holbrook Penniman,ou Mika mesmo, é um londrino e libanês de nascença. A música dele é uma mistura doidinha de um mooonte de coisas, desde Prince a Metallica, passando por música clássica. Tudo isso deu em canções(falando assim até parece que é crítica de revista…) alegrinhas, cheias de coro, enfim, totalmente ma-ra-vi-lho-sas!
Apesar de todas essas coisas boas, Mika demorou a ser aceito pelas gravadoras. Ao que parece, o estilo diferente dele não dava muita esperança de venda, não era comercial. Traduzindo, como ele mesmo diz, Mika não canta musiquinhas de caras terrivelmente apaixonados(Graças a Deus!)…
Bem, flores, é tudo. Ouçam o cara. Vale MESMO a pena.
Depois da licença-gripe, aqui estou eu, de volta pro meu aconchego…
Quando abri o jornal de domingo passado vi uma matéria sobre essa moça, Thais França. Ela criou uma técnica que une a renda de bilro a metais, principalmente a prata.
A Thais é uma designer carioca que aprendeu com as rendeiras do Morro da Mariana(PI) a rendilhar e hoje vende seus produtos em 13 países. Ano passado, ela foi convidada a participar da feira Who’s Next, uma das maiores do setor joalheiro do mundo. A edição 2009 do evento aconteceu em Dubai, entre os dias 11 e 13 de outubro.


Peças de Thais França
Tem mais uma coisa, minhas flores: eu queria aproveitar pra falar das rendeiras piauienses. E ficar triste também.
É horrível perceber que um estado tão rico em potencialidades não seja nem um estado de futuro… E tudo por causa dessa “INDÚSTRIA DA SECA” sem vergonha!
Por isso eu decidi começar uma série de posts sobre as riquezas piauienses, não só a Serra da Capivara, o Delta, mas também potencialidades econômicas.
Um beijo,
Kalina Rameiro é artista plástica brasileira e piauiense. No Officius, seu ateliê-maternidade de idéias, ela cria, principalmente, bolsas, acessórios e jóias em prata.
Os trabalhos de Kalina têm inspiração no universo familiar e na infância em Pedro II, município piauiense.Tudo é feito manualmente, com o carinho que só as peças únicas têm.
Para Kalina, a arte é, antes de tudo, a sua oportunidade de expressar através de sentimentos o que ela não é capaz de colocar em palavras. Além disso, é um instrumento de responsabilidade social que permite a inclusão de comunidades carentes no meio artístico.
Para compor suas criações, Kalina utiliza materiais ecológicos, como a taboa(um tipo de palha muito utilizada na região), fio cru e a tecelagem natural. Ela adora trabalhar com texturas e bordados meio retrôs, com o toque especial de criatividade de Kalina.
Ateliê Officius
Rua José de Lima, 510 – São Cristóvão – Teresina, Piauí
(86) 3233-1278


Fotos: MÉLANGE DE TOUT





